A toxicidade é muito variável, conforme o organismo. Já foram registrados casos de morte por ingestão de pequenas quantidades da substância. O quadro apresentado por uma intoxicação traduz-se por uma hiperatividade desordenada, com estado confusional, angústia e as vezes alucinações. Os sintomas orgânicos são inúmeros: hipertensão, taquicardia, taquipnéia, hipertermia, diaforese, midríase bilateral, hipertonia generalizada, dores abdominais, náuseas e vômitos. Assemelha-se aos efeitos da cocaína. As alterações psíquicas mais freqüentes são: estado delirante agudo, maníaco ou paranóide, com agressividade e as vezes suicídio. A morte pode acontecer por arritmia cardíaca, taquicardia ou espasmo das coronárias (enfarte). Os acidentes vasculares também são freqüentes.
Foram descritas intoxicações fulminantes em pessoas que transportavam a droga no estômago. A intoxicação leva em alguns minutos a um coma agitado, convulsão, hipertermia e morte por colapso do sistema cardiovascular.
O tratamento de urgência para esses casos impõe uma lavagem gástrica ou grande ingestão de carvão ativado, que se adere a droga e impede de que ela chegue a corrente sangüínea. Quando a função renal não foi comprometida é possível acidificar a urina para acelerar a eliminação do tóxico. Outros tratamentos de rotina incluem o uso de tranqüilizantes, hidratação, controle da hipertermia, administração de anticonvulsivantes e de hipotensores quando necessário.
Os pricipais produtos a venda no mercado são: Dietilpropiona (anfepramona), fenproporex, mazindol, metanfetamina e metilfenidato.