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A depressão é uma palavra bem cotidiana, que se popularizou muito nos últimos anos e que é quase sempre utilizada para expressar sentimentos de desânimo, tédio, desesperança, tristeza, melancolia, baixa auto-estima, enfim, sensações desagradáveis que na maioria das vezes são passageiras e fazem parte da vida das pessoas. Geralmente pode estar associada a perdas de alguém ou de algo e ninguém está imunizado contra quanto ao fato de sentir-se deprimido por este ou aquele motivo. Porém o que muitas pessoas não sabem é que ela pode tornar-se uma síndrome clínica importante acabando em patologia evidente, ou seja, doença estabelecida.
A depressão pode apresentar diversos sintomas e com intensidades variadas, isto é, de sintomas leves até situações onde existe o risco de vida seja por suicídio ou por inanição causada pela recusa em ingerir alimentos e líquidos. Os estudos mostram que mais de 5% da população mundial sofre de algum grau de depressão. Aparece normalmente entre 20 e 30 anos, embora a incidência da doença em crianças e adolescentes esteja aumentando consideravelmente. Nas mulheres os primeiros sintomas ocorrem frequentemente nos primeiros seis meses após o parto com grande risco de voltarem a ocorrer a cada pós-parto posterior. Ainda não se tem dados científicos dos motivos mas sabe-se que as mulheres estão mais vulneráveis a doença. Provavelmente por fatores culturais, sociais e pela grande opressão que sofre o sexo feminino. O risco de ter a doença é de 3 a 12% nos homens e de 20 a 26% nas mulheres, sendo que esse risco aumenta caso o parentesco seja de primeiro grau com as pessoas que já tem o diagnóstico. As proporções podem aumentar de acordos com outros fatores de risco como consumo de álcool e outras drogas.Não existem estudos conclusivos que podem afirmar que a depressão seja uma doença genética, mas sabe-se que na maioria dos casos existe antecedentes familiares.
A depressão endógena (depressão maior) segundo as atuais teorias está relacionada a produção de neurotransmissores – substâncias químicas produzidas pelos neurônios e certas regiões do cérebro. Elas possuem um efeito tanto de excitação, quanto de inibição do sistema nervoso central influenciando no nosso estado de humor. A depressão exógena também deve ser investigada. Ela acontece quando o paciente vem ao consultório com uma causa pré-determinada como por exemplo: separação conjugal, perda financeira, relacionamentos instáveis e sem confiança, luto, dependência química etc. Independente do tipo e grau da doença é necessário se fazer um bom diagnóstico, e ser entendida como uma doença que pode ser tratada. O tratamento mais eficaz para este tipo de doença é uma combinação de medicação que atua diretamente na produção dos neurotransmissores restabelecendo o equilíbrio da sua produção e também a psicoterapia cognitivo-comportamental que visa ensinar os paciente a identificar os sintomas e pensamentos distorcidos, geralmente muito negativos causados pela própria doença. Os antidepressivos levam algum tempo para começarem a fazer efeito e é necessário que o paciente persista no tratamento até o início da melhora dos sintomas. Muitas pessoas sentem vergonha de consultarem um profissional que possa tratar do problema e acabam esperando muito tempo para procurar ajuda, o que acaba agravando demais o nível dos sintomas.
DEPRESSÃO E DOENÇAS ORGÂNICAS
A depressão pode estar associada há algumas doenças físicas: Ela pode estar presente no início de um problema com a tireóide, mal de Parkinson, alguns tipos de câncer, diabetes, carência vitamínica e até anemia.É também comum após cirurgias, traumatismos e fraturas, infarto do miocárdio, em doenças crônicas como a fibromialgia, doença reumática, artrite reumatóide etc.
DEPRESSÃO CAUSADA POR MEDICAMENTOS
Existem muitas drogas que ao serem utilizadas pelo paciente podem acarretar a depressão e as mais comuns são: anticoncepcionais, anti-hipertensivos e tranquilizantes.
DEPRESSÃO DISFARÇADA POR SINTOMAS DE DOENÇAS FÍSICAS
É aquela em que o paciente não refera a presença de tristezas, mas sim de sintomas corporais como dores no peito, palpitações, falta de ar (dispnéia), dores abdominais, diarréia constipação, cefaléia,dores musculares etc. Este tipo de paciente procura vários consultórios médicos até que chegue a um psiquiatra que avalie a doença e a trate adequadamente.
PRINCIPAIS SINTOMAS DA DEPRESSÃO
Disforia: Sensação de tristeza, baixo-astral, ansiedade, nervosismo, irritabilidade.
Sentimento de desamparo: Os pacientes deprimidos geralmente sentem que nada e nem ninguém os tirará da situação em que se encontra, de que não existe solução a vista. Tem vontade de sumir ou desaparecer.
Perda do Interesse capacidade de sentir prazer: Falta de estímulo para o trabalho, diversão, relacionamentos, vontade de ficar só (isolacionismo), de estar dentro de um quarto, diminuição da libido.
Alterações no peso e apetite: A grande maioria dos depressivos perdem o apetite e podem perder peso. Raras vezes acontece ao contrário, mas quando acontece é por um alto nível de ansiedade e a ingestão alimentar não se dá por prazer.
Insônia: É comum a diminuição no tempo total de sono, acompanhada com insônia inicial intermediária (acordar várias vezes durante a noite ou nas primeiras horas da manhã). As vezes tentam dormir durante o dia, mas sem sucesso. Uma pequena parte pode ter hipersonia e dormir demais, cerca de doze horas por dia ou mais.
Retardo Psicomotor: Se manifesta por fala e movimentos extremamente lentos, respostas atrasadas, atenção diminuída. Outros despertam impaciência, agitação psicomotora, aumento no consumo de cigarros, bebidas e ansiedade.
Dificuldades Cognitivas: Diminuição da concentração, de completar tarefas, tomar decisões, esquecimentos etc.
Culpa Excessiva: Pacientes deprimidos culpam-se excessivamente muitas vezes por atos que não cometeram.
Ruminação Obsessiva: Fica pensando obsessivamente em situações passadas ou em situações futuras (sofrimento por antecipação) sempre de maneira pessimista.
Diminuição da Energia: Normalmente o paciente se sente mais cansado em certos períodos do dia.
Idéias Suicidas: Preocupação ou sentimentos frequentes sobre a morte; com pessoas que já morreram, ou como a família reagiria a sua morte. Pode evoluir para uma situação mais grave onde normalmente pensa que a única solução para o seu problema é a morte. Pode arquitetar um plano suicida e muitas vezes pode de fato cometê-lo, o que ocorre em cerca de 20% dos depressivos.
Preocupação Exagerada com doenças: Hipocondria. Procura achar doença onde normalmente não existe.
Sou Agente Comunitário de Saúde,estou no término do curso Técnico para Agentes Comunitários de Saúde e tenho que fazer um Trabalho de Conclusão de Curso com tema escolhido por nós Agentes.O tema escolhido pela minha equipe é:”Administrando a auto-estima na maturidade:a mulher dos 40 aos 60 anos, diante dos desafios da perda da juventude”.Só que para desenvolver tal trabalho precisamos de material e que por enquanto se encontra escasso.Nos sites encontrei vários itens sobre depressão,mas nada direcionado à perdas.Que tipo de perdas?Marido,filho,emprego,liberdade,casamento,de direitos,sentimental,auto-estima,saúde,etc.Se o Senhor,como profissional da àrea tiver algo que puder nos disponibilizar,agradecemos de coração.
abril 27th, 2008 em 2:00 pm
Boa Tarde Sirlei. Ágradecendo a sua presença no meu site, quero dizer que o tipo de material que você precisa para a sua pesquisa necessita ser procurado em bibliotecas que tenham uma seção específica sobre psicologia da terceira idade, ou psicologia evolutiva. Realmente é difícil encontrar algo tão específico em sites na net. É um assunto interessante, extenso e que demanda um certo tempo na compilação bibliográfica. Se eu tiver algo já compilado envio diretamente ao seu e-mail.
Abraços!
abril 28th, 2008 em 12:49 pm
Boa Tarde, estou com depressao ja a uns 03 meses, estou ficando preocupada comigo mesma, ja comecei a ficar ate com medo de dirigir, na minha familia por parte de mae, tenho tios que tem depressao e esquizofrenia, tenho medo de ficar como eles, que medico eu procuro? Neuro ou Psciquiatra?
aguardo resposta.
tenho 33 anos
Andrea Sellan
fevereiro 9th, 2009 em 3:12 pm
Boa Tarde Andrea! Você tem sintomas depressivos, pelo que diz. A sua depressão precisa ser diagnosticada para ver em que grau se encontra e a partir daí escolher a melhor conduta terapêutica. Aconselho-te primeiro ir a um psiquiatra de sua confiança para ver a necessidade de uso de alguma medicação. Após o diagnóstico creio que você deve iniciar um tratamento psicológico (psicoterapêutico). Muitas vezes só o uso de antidepressivos não soluciona o problema. Até ameniza muito os sintomas, mas você precisa saber de onde vem, o que está causando a depressão e nada melhor que um psicólogo(a) concomitante a um tratamento psiquiátrico.
Abraços!
Boa sorte!
Evander.
fevereiro 9th, 2009 em 5:48 pm
Olá Evander.
Antes gostaria de te dar os parabéns pelo site, pois as informações contidas são de extrema importância.
Navegando pela internet encontrei o seu site e aqui estou.
Gostaria de aproveitar a oportunidade para relatar o que aconteceu comigo.
No segundo semestre do ano passado 2008, depois de ter enfrentado e passado por problemas profissionais, financeiros e familiares, era muita areia para o meu caminhãozinho, acabei desenvolvendo sintomas de ansiedade, por orientação de um médico clinico, “para amenizar a minha ansiedade” diante das situações em que me encontrava, como qualquer pessoa, passei a tomar Lexotan 3mg, antes de deitar e de manha ao acordar.
Só que com o passar dos dias, notei que o meu humor foi sendo alterado para a tristeza, melancolia, pessimismo, insonia, ruminações, astenia, só queria ficar deitado quieto e algum lugar, longe de amigos, TV, computador, lazer, entre outros sintomas.
Decidi então consultar-me com um psiquiatra.
Na primeira consulta com a médica psiquiatra, diagnósticado com depressão ansiosa leve e então foi-me receitado Fluoxetina 20mg ministrada pela manhã.
Só que a psiquiatra retirou o Lexotan e depois de três dias fui parar no pronto socorro de um hospital, onde foi diagnosticado com síndrome de abstinencia, somado aos efeitos colaterais, iniciais, a piora inicial da fluoxetina.
Voltei a tomar Lexotan somente a noite antes de deitar 3mg e depois a dose foi reduzida pela metade ate me ver livre de vez do Lexotan e permanecer somente com a fluoxetina até que num prazo de sessenta dias os sintomas da depressão quase que desapareceram por completo e comecei a voltar a minha personalidade e a vida na normalidade, apesar de ainda ter uma pendencia familiar, em breve sera solucionada.
Vale dizer que notei os efeitos da fluoxetina, alivio de alguns sintomas da depressão, já nos primeiros dez dias de medicação.
Obviamente tive que enfrentar e passar por alguns, desagradáveis efeitos colaterais da fluoxetina, estes depois de pouco tempo, 20 dias aproximadamente, desapareceram.
Continuo sendo medicado com fluoxetina para manutenção, porém vale dizer que a pratica de atividades físicas é muito importante para ajudar na cura da depressão.
Caminhadas, alguns exercicios que podem e devem ser realizados em casa, entre outros.
Paciência e confiança no seu psiquiatra e psicologo, com o tratamento medicamentoso.
E assim me vi livre da depressão.
Espero que este meu relato possa de alguma forma ajudar a quem também está “sofrendo” com a depressão e passando por momentos dificeis em suas vidas.
Podem estar certos de uma coisa
Um dia isso também passa e confiem em Deus, tenham fé!
Abraços
Armando Italo
fevereiro 28th, 2009 em 11:51 am
Oi Armando! Seu relato é de suma importância pois ele enriquece demais o artigo escrito. Você descreve muito bem a evolução da sua doença, com sintomas muito bem definidos, o tratamento indicado e a remissão dos mesmos sintomas. De fato a depressão pode começar com crises de ansiedade e vice-versa. Um dado interessante do seu comentário é o fato do cuidado que devemos ter no uso de benzodiazepínicos que ao longo de algum tempo de uso podem causar dependência química. E a retirada ou substituição sempre deve ser gradual. Realmente os antidepressivos como a fluoxetina podem causar certos efeitos colaterais: em alguns pacientes menos, em outros mais; normalmente toleráveis e que desaparecem com o tratamento contínuo. Somado a tudo isso você termina dando um exemplo de força de vontade para vencer as dificuldades. Não podemos esperar só pelo psiquiatra ou psicólogo, mesmo sendo profissionais competentes e confiáveis. A caminhada, os exercícios físicos, a boa alimentação a abstinência de bebidas alcoólicas, ioga, meditação, lazer, música e a paciência e persistência podem e ajudam muito. Sem contar na fé que faz milagres. Persista, que este é o caminho que você deve trilhar!
Obrigado pela sua participação.
Abraços!
Evander.
fevereiro 28th, 2009 em 6:15 pm
Ola Evander
Antes, desculpe-me por postar somente hoje.
Estou trabalhando em um local fora da cidade e não tinha a disposição a conexão com a internet.
Obrigado pelos seus comentários e considerações.
Vale dizer que, ao meu ver, Existem outras formas e recursos para abstração e desta forma “deixar a depressão um pouco de lado”, como por exemplo, jogos, games para computadores, obviamente aqueles sem violencia.
Estudar algo de interesse, etc.
Realmente é muito difícil quando uma pessoa se encontra em depressão e concomitantemente querer tomar uma atitude, fazer algo de útil, prazeroso, como “terapia ocupacional” “para tentar aliviar” a depressão.
Comigo deu certo, obviamente com medicação constante conforme meu relato pessoal.
Tem que ter força de vontade mesmo.
Talvez no meu caso a depressão “foi mais leve” em comparação com outros casos, pessoas que sofrem deste terrivel mal.
Por esta razão “consegui” partir para alternativas e recursos paralelos e assim obtive a cura da depressão em curto espaço de tempo, se assim devo considerar
Cada caso é um caso.
Abraços
Armando Italo
março 17th, 2009 em 1:17 pm
TENHO UM PARENTE QUE TEM DEPRESSÃO E GOSTARIA DE SABER SE ESSE PARETE PODE DIRIGIR OU É PROIBIDO?
março 17th, 2009 em 4:38 pm
Boa tarde Armando! Obrigado pela sua contra-resposta! Realmente você tem razão. E considero que são essas discussões que enriquecem o debate e consequentemente as informações que as pessoas procuram no meu site.
Abraços!
Evander.
março 17th, 2009 em 5:22 pm
Boa noite Luana! Olha, teoricamente um sofredor psíquico com depressão pode dirigir sim. Porém existe algumas situações a serem observadas que não constam no seu relato. Se essa pessoa usa antidepressivos ou benzodiazepínicos, não deveria dirigir qualquer veículo automotor, ou se por acaso ele tem ideação suicida(fala em morte, desejo de morrer, ou em suicidar-se) pode-se pensar que ele possa usar um veículo para concretizar seus planos de suicídio. Cada caso é um caso.
Abraços!
Evander.
março 17th, 2009 em 9:32 pm
Evander
Certamente como ex depressivo, graças a Deus por um curto período, o tema depressão deve ser discutido e debatido com frequencia a exemplo do que esta sendo feito aqui.
Apesar de ser uma doença mental terrível e que “pode” literalmente aniquilar um ser humano, felizmente esse mal “tem cura”!
Mas para que possa haver a tão pretendida e esperada cura da depressão e da ansiedade, de certa forma depende muito dos familiares, dos amigos, dos mais proximos e até do doente, que deverá dar o seu primeiro passo e vontade de prosseguir com o tratamento mais adequado.
Medicamentoso e psicologico.
Só não desanimar no inicio do tratamento, na faze aguda da depressão, isso por volta de 20 a trinta dias, por causa dos sintomas da depressão somados aos efeitos colaterias causados pela medicação.
Muitos devido a tais desconfortos acima, abandonam o tratamento e pioram.
Abraços
Armando Italo
março 17th, 2009 em 9:44 pm
Gostaria de parabenizar o site pelo contudo descrito e de facil entendimento,que me foi muito util obrigado.
março 19th, 2009 em 11:18 pm
Débora! Muito obrigado. É através de incentivo como o seu que me leva a persistir na idéia de informar e ajudar a todos aqueles que precisam.
Abraços!
Evander.
março 20th, 2009 em 11:21 am
Olá Evander,
primeiramente, quero parabenizá-lo pelo seu artigo sobre “depressão doença do século”. Este texto foi de grande importância para esclarecer dúvidas minhas tinha sobre a doença.
Gostaria de saber se alguém com auto-estima baixa, sentimento de incapacidade e diversos medos já poderia se classificar como depressiva?
aguardo resposta, obrigada.
março 20th, 2009 em 2:12 pm
Boa Noite Isabelle! Agradeço sua visita no meu site. Quanto a sua pergunta posso dizer que esses sintomas são indícios de um quadro depressivo, mas não necessariamente. Podem ser sintomas de um leve transtorno de personalidade. Mas há que se ficar a espreita. Se os sintomas persistirem e aparecerem mais alguns a pessoa deve procurar algum tipo de ajuda. Se as dúvidas persistirem nada melhor que um psicodignóstico que lhe dê respostas mais precisas.
Abraços!
Evander.
março 20th, 2009 em 9:18 pm
Boa noite!Sou Regina tenho 33 anos, sou casada e há 2 meses estava grávida e perdi o bebê(motivo ainda sendo investigado), e estou agora apresentando sintomas da Depressão. Os reconheci, pois passei por isso no final de 2007 e início de 2008.Quando cheguei a pesar 46 quilos. Tenho 1,63m e, normalmente peso 52k. Fiz tratamento com um neurologista que me acompanha até hoje. Pois além de todos os sintomas, normalmente, apresentados pela depressão, eu sinto dores de cabeça ‘todos os dias e várias vezes ao dia’. Então, já tenho uma consulta marcada, mas como será daqui a 2 meses, e estou com os sintomas:choro, dores de cabeça constantes, irritabilidade e desânimo para a vida, gostaria de saber se o fato de ter perdido meu bebê desencadeou esse novo/velho processo? Pois sinceramente, até eu achei que tinha superado bem a perda. Estava triste, mas consciente de uma realidade que não acomete a mim apenas…até começarem esses sintomas, agora. Pergunto: a depressão, em tão curto espaço de tempo, pelo menos para mim, é recindiva? Agradeço desde já a atenção e espero os esclarecimentos. Obrigada!
março 29th, 2009 em 2:18 am
Bom dia Regina! Sua depressão pode ser recidiva sim. Nem sempre os motivos que nos levam a tê-la são realmente os que pensamos. Muitos motivos são inconscientes, e não temos tanta facilidade assim de reconhecê-los, a não ser em tratamento psicoterápico. Como você já teve depressão a pouco tempo pode estar tendo um retorno dos sintomas. Não sei se você esteve em tratamento durante esse período e até acredito que não, pois não usamos antidepressivos em mulheres grávidas, mas você deve sim, voltar ao médico que já lhe acompanha e deve também procurar ajuda psicoterapêutica, já que as medicações combatem os sintomas, e ajudam muito, mas não vão à raiz do problema. Portanto medicação e psicoterapia são os tratamentos mais indicados no seu caso, além de atividades físicas moderadas, lazer e atividades sociais.
Abraços!
Evander.
março 29th, 2009 em 11:46 am
Muito Obrigada por me responder e esclarecer! Além de ser uma prestação de serviço GRATUITA, você como profissional da área da Psicologia realiza uma grande CARIDADE. Auxiliando a todos, com seus orientações e direcionamentos profissionais, mesmo via internet. Parabéns e muito SUCESSO e PAZ para você! Abraços!
março 30th, 2009 em 8:11 pm
Parab
abril 10th, 2009 em 1:34 pm
Bom,tenho todos os sintomas da depressão a uns 8 meses, inclusive já pensei até em suicídio, mas graças a Deus não penso mais, mas não tenho coragem de procurar um médico, pois de alguma forma algumas pessoas vão acabar sabendo, o que eu não queria, mas enfim, não sei o que fazer.
Acho que a minha depressão tem a ver com o término de um relacionamento extra-conjugal, mas enfim acabei nem me identificando, meu nome é Renata e tenho 30anos.
Por favor me ajudem
abril 20th, 2009 em 8:56 pm
Renata, boa Noite! Desculpe, mas você está sendo preconceituosa com uma doença e com você mesma. Se o quadro piorar, as pessoas saberão da mesma forma pela evidência clara dos sintomas. Portanto mais fácil procurar ajuda agora do que depois que a doença progredir. Outra coisa: Faz 8 meses? E não fez nada ainda? Um tratamento psicológico pode ajudar-lhe muito também, já que pelo que me parece sua depressão é exógena. De qualquer forma procure ajuda.
Abracos!
Evander
abril 20th, 2009 em 11:08 pm
Gostaria de parabenizar pelas informações que encontrei aqui, importanticima para quem estar terminando psicologia como eu. Comecei a estagiar na clinica e meu primeiro cliente foi diagnosticado pelo psiquiatra depressão leve o que eu poderia fazer nos atendimentos, para ajudar esse cliente a sair da depressão, que ja estar fazendo uso de medicação Obrigado pela atenção meus parabéns mais uma vez pelo site. Nelma
maio 7th, 2009 em 5:51 pm
Boa Noite Nelma! A depressão leve pode ser tratada com psicoterapia breve, normalmente com orientação comportamental cognitiva. Geralmente não uso mais do que 10 sessões para trabalhar esse tipo de transtorno. Mas como você está fazendo um estágio, deve ter um supervisor, que com certeza deve também ter uma linha de trabalho, tanto quanto você. Como não sei qual é, creio que devas discutir com ele sobre a condução do tratamento do seu paciente!
Obrigado pelo seu incentivo e pela sua visita no meu site!
Abraços!
Evander.
maio 7th, 2009 em 11:23 pm
OLÁ
TIVE DEPRESSÃO MODERADA EM 2004, E AGORA ESTOU MAL DESDE SET/2008 JÁ TOMEI MUITOS MEDICAMENTOS TENTEI VÁRIOS, E PESQUISEI MEDICO EM OUTRA CIDADE E ELE DISSE QUE É TB.
TOMO LEXOTAN E FLUOXETINA SINTO Q PIORO CADA VEZ MAIS, MAS JÁ TROQUEI TANTAS VEZES DE MEDICAMENTO.
MEU CORPO TÁ CANSADO.
ANDO REVOLTADA , ANSIOSA E TRISTE.
maio 11th, 2009 em 1:13 pm
Boa Noite Cristina! Seu comentário é curto, mas deixa uma dúvida! Nunca nenhum profissional te encaminhou para psicoterapia? Em primeiro lugar trocar várias vezes de profissional não resolve muito pois nenhum deles consegue dar sequência a um tratamento efetivo, em segundo lugar creio que somente a medicação não resolve. A psicoterapia ajuda a reorganizar a personalidade e a entender melhor as causas que estão ativas e desencadeando a doença. Procure ajuda psicológica. Esse tratamento nunca é dispensado nem com tratamento psiquiátrico! É normal que estejas cansada, triste, revoltada, afinal de contas são os sintomas da depressão que ainda estão ativos! Não desista. O progresso pode ser lento mas você vai conseguir atingir seu objetivo! Paciência e persistência!
Abraços!
Evander.
maio 11th, 2009 em 8:40 pm
Boa noite, Evander, eu estava pesquisando como deixar de tomar o lex. Me deparei com seu site. Muito bom e esclarecedor para quem nao tem ou nunca teve depre. E mt dificil nos entender. Bem, tenho 53 anos. Tive uma depressao severa aos 20 anos. Durou 1 ano. Me tratei com Anafranil. Achei que fiquei boa. Mas hoje ao olhar pra tras vejo que ela sempre esteve me rondando. Aos 24 tive um bebe e apos o parto tive uma pequena depre (acho que por inseguranca). Porem depois que voltei a trabalhar melhorei bastante. Desde que parei de tomar o anafranil nunca mais tomei remedio pra depressao e nem pra nada. Eu tinha uma alegria natural e tinha tambem a meu favor minha natureza resolvida. Entao, sempre atenta, qd sentia que ia entrar em alguma furada eu logo desviava meu rumo. Minhas filhas (tive outra) me trouxeram muita alegria. Nem minha separacao mexeu com meus neuronios, acho ate que porque fui eu que tomei a decisao. Minha familia paterna tem mts problemas psiquiatricos, com tudo o que tem direito. Entao por que comecei a tomar o famoso lex?
Comecei devagar por conta de um problema repentino com minha mae em 2001. Nao tomava todos os dias, so mUUUuito de vez em qd. Porem, mais adiante, tive um outro problema na familia e voltei a tomar qd ficava mt agoniada. Bem, dai entrei na menopausa e nao me dei bem com a trh. De uns 3 anos pra ca fui aos poucos tomando quase todos os dias ate que hoje tomo todos os dias 3mg, as vezes 6. Sinto meu corpo pedindo mais, mas nao tenho coragem de aumentar a dose sabemos porque. Mas confesso que tem dias que tomo 6mg 2 ou 3dias seguidos, depois baixo para 3 novamente. Tentei parar sozinha diminuindo as doses, mas comecei a ter abst. Fiquei apavorada. Estou em terapia que orientou uma psquiatra que me receitou varios remedios diferentes (andidepre), mas ainda tem um complicador, tb nao me dou com antidepressivos e tenho que ficar na tentativa de erro e acerto. Dei um tempo com a psq. Continuo com o Lex. mas estou cada vez mais depre e esquecida e quando tento parar fico pior, numa angustia louca, pensamentos obsessivos(horriveis,voce sabe), etc., etc. Estou te escrevendo como um desabafo pois desde ontem ate agora ha pouco nao tinha tomado o lx, mas nao aguentei, tomei chorando e foi quando entrei no google com o titulo da pesq. ‘como para o lexotan’ e entrei aqui e me deu vontade de contar minha historia. Conto com uma boa palavra sua. Um abraco, querido, muito agradecida por ajudar pessoas como nos.
julho 2nd, 2009 em 9:15 pm
Boa Noite Valéria! Primeiramente obrigado por sua visita no meu site e pelo seu interesse no artigo. A dependência de benzodiazepínicos é realmente complicada, difícil de trabalhar, mas não impossível. Normalmente existe o aumento da tolerância ao medicamento fazendo com que o indivíduo aumente gradativamente a dose na tentativa de alcançar o mesmo efeito obtido nas primeiras vezes que fez uso. A síndrome de abstinência pode ser severa o suficiente para se fazer internação e desintoxicação, dependendo da quantia, da frequência e do tempo de uso. Sua terapeuta agiu corretamente quando lhe encaminhou para um psiquiatra. Esse profissional pode fazer a substituição da medicação por outra e diminuir gradualmente a dose minimizando ao máximo os sintomas de abstinência. Só não entendi o porque você não consegue usar antidepressivo se há tempos atrás usou o anafranil. Existe um arsenal de medicações antidepressivas a serem testados e é quase impossível não haver algum com o qual você consiga fazer uso. É muito óbvio que no início alguns efeitos colaterais ocorrerão mas que logo depois de alguns dias de uso eles desaparecem e você acabará tolerando bem o tratamento. Sei que muitas vezes se abate um desânimo, uma angústia, uma sensação de impotência perante um problema que parece não ter fim. Mas muitos vencem essa batalha, muitos recuperam-se e levam vida normal. Mas é necessário paciência, persistência e dedicação ao tratamento. E tenho certeza que se você superou tantas dificuldades na vida não seria essa que te derrubaria. Portanto mãos à obra! Vamos vencer os prejuízos. Estou aqui para ajudar no que for necessário!
Abraços!
Evander.
julho 2nd, 2009 em 11:45 pm
Caro Evander, muito bom voce ter me respondido. Agradeco muito.
Esta luta eu vou vencer.
Qt aos problemas com os remedios eu tb nao sabia que os tinha. Acho que a idade esta influenciando. Meu organismo nao e mais o mesmo. Minha psq. disse que eu sou o tipo de paciente complicado, pois os remedios fazem efeito contrario, nao aqueles efeitos colaterais esperados. Eu fico numa depressao louca, numa tristeza sem fim sem nem querer sair da cama, comer, escovar dentes, tomar banho, etc.(mas claro que faco tudo isso, eu trabalho, gracas a Deus).
Ela ja me explicou que meu tratm. vai ser no acerto e erro. E os efeitos sao imediatos, ja com 2 ou 3 dias de medicacao. Dai ela suspende e ja me receita outro. Disse tambem que nao sou dependente do lex., pois me tirou durante uma semana em substituicao a outros 2 medicam(desculpe, teve 2 medicm. que nao me deixaram tao louca e eu consegui tomar durante uns 5 dias, mas depois comecou o transtorno) E eu sou daquelas corretas, nao usei o lex durante esses dias, dai ela achar que nao sou dependente, senao eu ja teria corrido para o lex.
Evandro, cada caso e um caso. O meu agravo e a menop. que tb nao me dei bem com a TRH. Os efeitos foram todos contrarios. Meus medicos ja nao sabem o que receitar. Entao parei.
O que estou fazendo agora que esta me ajudando bastante, e espero que ajude aos outros amigos, e mudar completamente minha alimentacao, o que me deu uma grande melhora. Tirei o pao, leite e derivados, algumas frutas (no meu caso) que por incrivel que pareca nao me fazem bem (fui testando) e alguns legumes e verduras que tb nao posso comer. As pessoas tem que ir testando. Mas ja tirando o pao (tudo que leva farinha de trigo) com certeza quem tem depressao vai sentir uma grande diferenca, os inchacos diminuem, e a cabeca funciona bem melhor. E bastante agua, e impressionante os efeitos da agua no cerebro, mas todos sabem disso.
Uma ultima dica fundamental no meu caso: ORACAO. Pecam oracao, frequente qas reunioess de oracao… dividam suas angustias com outras pessoas, ah, como esta me fazendo bem! Me ajuda a ter forca de vontade. A minha depressao e considerada leve, o que me ajuda e lutar ainda. Evander e uma luta solitaria nao e?
Espero ter ajudado aos amigos. Este problema e muito triste.
Um grande abraco a todos com muito carinho.
Evander, mais uma vez obrigada por me responder.
julho 3rd, 2009 em 12:49 pm
EVANDER EM PRIMEIRO LUGAR GOSTARIA DE LHE DIZER QUE A DEPRESSÃO ME ACOMPANHA A VÁRIOS ANOS DES DE MINHA ADOLESCENCIA, A PRIMEIRA VEZ QUE FUI A UM PISICÓLOGO MINHA MÃE ENTROU JUNTO COMIGO E NÃO DISSE TUDO O QUE TINHA QUE DIZER FOI RECEITADO RÉMEDIO MAS OMEOPTICOS, E NTÃO MELHOROU MAS NO MEU CASO MELHORA UM TEMPO E DEPOIS VOLTO A SER UMA PESSOA INUTIL SEM VONTADE DE FAZER NADA E PROCURO MÉDICO A FUI EM PSIQUIATRA JÁ TOMEI REM´DIO TAMBÉM MAIS NÃO CONSIGO ME LIBERTAR DESSA DOENÇA, A ULTIMA VEZ FUI, EM UMA PISICÓLOGA ISSO POR QUE A MINHA MÃE MARCOU PARA MIM MAS ISSO ME INCOMODOU TER QUE RELATAR A ELA A PESSOA INUTIL QUE ESTAVA SENDO EM CASA POIS HOJE SOU CASADA,E EU PAREIDE IR NA PSICÓLOGA.E A 15DIAS ESTOU TENTANDO POR MIM MESMA AUMENTAR O MEU AUTO ESTIMA E NÃO CONSIGO NÃO TENHO VONTADE DE FAZER NADA EM CASA QUERO FICAR SÓ NA FRENTE DA TELEVISÃO TENHO UM FILHO DE 4 ANOS NÃO QUERO FICAR ASSIM NÃO ESTAVA TENDO INSONIA MAS A DOIS DIAS QUE NÃO DURMO SINDO MUITO TRISTE DE ESTAR ASSIM POIS QUERIA FAZER MINHAS ATIVIDADES E NÃO CONSIGO, TEHO UM PROBLEMÃO QUE NUNCA CONSEGUI MUDAR PENSO DEMAIS NAS PESSOAS TIPO MINHA FAMILIA E ARMAZENO TUDO QUE ME MAGUOU UMDIA DES DO PASSADO ATÉ HOJE NÃO CONSIGO ME LIBERTAR DAS LEMBRANÇAS ,NÃO QUE NÃO LEMBRE DAS BOAS RECORDAÇÕES MAS AS MÁ ME ACOMPANHAM DESEJO DE MORTE JÁ PEDI A DEUS VÁRIAS VEZES QUE ME LEVASSE POIS NÃO ESTOU FELIZ E NÃO ESTOU FAZENDO NINGUÉM FELIZ, NÃO TENHO VONTADE DE IR A CASA DE NINGUEM NÃO ESTOU NEM ATENDENDO TELEFONES A NÃO SER QUANDO MEU MARIDO LIGA É O ÚINICO QUE SABE UM POUCO DO QUE ESTOU PASSANDO.ESTOU COMENDO DEMAIS COMO E PARESSE QUE NÃO COMI SINTO FOME,DESCULPE DE ESTÁ ESCREVENDO UMA CARTA MAS NÃO AGUNTAVA MAIS FICAR ISSO COMIGO PRECISSAVA DESABAFAR POR FAVOR ME AJUDE URGENTE.AGUARDO UMA RESPOSTA.
agosto 31st, 2009 em 3:48 pm
Querida Andréia, boa tarde! A depressão é uma doença que tem várias recidivas. Nem sempre as pessoas conseguem se livrar de uma só vez porque ela tende a retornar. Por isso existe a necessidade de tratamento ininterrupto. Tanto medicamentoso quanto psicoterápico. Se existem tantas coisas da qual você não consegue resolver sozinha é necessário que você faça um longo tratamento com um terapeuta no qual você confie e goste de ir, isto é, se sinta acolhida, se sinta bem. É preciso aprender novos comportamentos, novas atitudes, fazer mudança de hábitos. Você amarga problemas passados que acabam se transformando em fantasmas do presente. Aprenda a lidar com isso!
Abraços!
Evander.
agosto 31st, 2009 em 6:03 pm
obrigado pelo seu conselho gostei muito de suas palavras as vezes a gente chega a pensar que não tem solução e que n~çao tem ninguém para houvir nossos problemas e enfim lendo o que voce me escreveu fiquei até mais motivada.abraços
agosto 31st, 2009 em 8:33 pm
oi, sou larissa e estou appavorada pq meu vô fez cirurgia de coração e foi um sucesso , só que depois de 2 semanas ele entrou em depressão e se recusa a se alimentar e a reagir, atualmente está tomando um medicamento (serenata) receitado pelo neurologista. preciso de ajuda, e deopinio~es. obrigado{meu avô tem 73 anos e foi operado no dia 23/7/2009}
setembro 14th, 2009 em 12:18 am
Bom dia Larissa! O ideal para avaliar seu avô era um psiquiatra que por sua vez possa ter contato com o cardiologista que o acompanha para decidirem qual a melhor forma de tratamento. Essa medicação pode não estar fazendo o efeito esperado, já que ele não reagiu. Se ele realmente se recusa a se alimentar, perde peso, enfraquece etc, deve ser levado a um hospital para que seja alimentado por soro ou sonda. A troca da medicação vai ajudar bastante se ele fizer o recomendado.
Boa Sorte!
Abraços!
Evander.
setembro 14th, 2009 em 9:59 am
Bom Só passei aqui mesmo porque estou fazendo trabalho , tenho 12 anos ,
Essa doença não é muito popular aqui no Rio .
Bem não existe sintomas muito graves de depressão , mais tem 2 tipo a moderada , e a Grave ‘
Obrigado a todos . Boa noite ‘
outubro 26th, 2009 em 12:20 pm
Boa noite Sr, Evander
Gostei de sua explicação sobre os sintoma da depressão. Estou em tratamento com antidepressivos ha 3 anos e nesse periodo tive algumas melhoras e periodos de reacaidas. Hoje estou me sentindo razoavelmente bem mas, mesmo sem demonstrar externamente,o que foi sempre comum em mim, por dentro aindas sinto vários dos sintomas que descreveu como o pensamento de como minha falmilia e amigos reagiriam à minha morte, obssessão por experiencias de dor passadas, dificuldade de concentração,aquele fundo de tristeza inexplicável, falta de perspectiva na vida etc. A coisa mais forte em mim que sempre se manifestou externamente de uma maneira fortissima e visivel a todos foi a hipersonia, esta até hoje me tortura e mesmo que tenha melhorado,me dói muito pois isto é sempre interpretado como preguiça. Gostaria de saber se a depressão tem cura ou apenas temos momentos dque estamos bem e se eu posso nutrir a esperança de parar totalmente de usar medicamentos?
novembro 18th, 2009 em 11:21 pm
Boa Noite Maria Ivanda! Muitos sintomas da depressão são difíceis de desaparecerem por completo. Sabe-se inclusive que a depressão tem chances de recidiva em até 70% dos casos em algum período da vida. Por isso a importância de estar sempre atenta ao sintomas da doença. Não podemos classificar momentos, períodos de tristeza com sintomas de depressão maior. Todos nós temos nossos momentos de tristeza. Quanto a deixar de tomar medicação, eu até acredito que isso possa ocorrer sim. Porém, penso que você deveria ter um suporte psicológico para que isso ocorra mais rápido. Você deve dinamizar sua vida, fazer novos planos, ter novos objetivos, ocupar-se, ter lazer. A psicoterapia serve para reorganizar sua personalidade e prevenir recaídas.
Abraços! Boa sorte!
Evander.
novembro 19th, 2009 em 11:14 pm
Oi Evander!
Estava pesquisando sobres oos sintomas de depressão,pois acho que a dois anos venho apresentado os sitomas,e a um ano a coisa tem ficado ainda mais feia…primeiramente sinto muita tristeza,vontade de não existir,de sumir,as vezes até de morrer,nem sempre tenho animo,costumo começar fazer certas coisas e não termino,costumos demorar a responder e entender,muito imapaciente,as vezes sou até grossa mesmo sem querer mas quase tudo anda me irritando,isso está prejudicando meu trabalho,minha vida amorosa,pois não tenho sentido vontade de fazer sexo aliais quase nada mais me dar animo,não consigo mais planejar meu futuro,as vezes fico boa me esforço pra isso procuro não me isolar,mas ultimamente esses sintomas não passam mais tão rapido,me dói muito,passo dias chorando,fora a vontade de ficar só de não trabalhar de não ver ninguem que tbm vem aumentado…as vezes fico pensando se isso é coisa da minha cabeça ou penso como vc relatou que é só uma fase passageira coisa rapida…bom vi esse site gostei de tudo que vc falou e quero muito procurar um médico,gostaria de saber que médico devo procurar
dezembro 1st, 2009 em 10:15 am
Boa Noite Beatriz! Os especialistas a serem consultados de preferência são o psiquiatra e o psicólogo. O primeiro vai trabalhar com avaliação dos sintomas e indicação de medicação e o segundo vai trabalhar os aspectos da sua personalidade, para aprender a lidar com os sintomas, fazer enfrentamento da doença, melhorar a auto-estima e as relações interpessoais, enfim realizar intervenção psicoterápica. Se o trabalho em conjunto for efetivo a recuperação é mais rápida. Sessões de manutenção devem ser realizadas prevenindo a recidiva dos sintomas. Medicações precisam ser usadas por pelo menos 6 meses.
Abraços!
Evander.
dezembro 2nd, 2009 em 12:12 am
Oi,meu nome é Daniele,estou com depressão e naõ consigo sair dessa,já passei pelo psiquiatra por dois anos,tomei vários medicamentos e não adiantou nada.
Sou uma pessoa extremamente triste,tenho problemas de saúde como artrite reumatóide,já tive hipertireoidismo,parei também o tratamento com o reumatologista porque os medicamentos me fizeram inchar,ganhar peso afetando ainda mais minha auto-estima e aumentando as dores que antes eu não sentia agora sinto.
Sou casada e tenho um marido que não me compreende e ainda joga a culpa de tudo que acontece em cima de mim e além de tudo é dependete químico,complicando ainda mais a minha vida,ele é uma pessoa super difícil,não estou conseguindo mais lidar com essa situação,as vezes tenho vontade de desaparecer,acho que só não fiz isso ainda por causa das minhas filhas que não tem culpa de nada.
As veze tenho vontade de mudar meus pensamentos,mas eles parecem mais fortes do que eu,tenho fadigas super fortes durante quase todos os dias de minha vida,estou parecendo um vegetal,não consigo nem cuidar de minha casa,a fadiga que into é tão forte uqe não consigo nem me mexer e além disso sou muito nervosa,não consigo conversar com minhas filhas só gritar,meu marido só sabe falar na minha cabeça se achando o certo de tudo,mas só faz coisas erradas e acho que ele está tão doente quanto eu a diferença e que eu não escolhi estar com tudo isso e ele pode escolher.
Se puderem me ajudar por favor me ajudem.
janeiro 4th, 2010 em 10:58 pm
Bom dia Daniele! Voc|e relata sobre muitas coisas que precisa resolver! Portanto quando se vê mergulhada nesse emaranhado de problemas acaba ficando inerte sem saber exatamente o que fazer. Acredito que você precisar eleger prioridades. O que precisa ser resolvido com mais urgência nesse momento? Faça uma lista do que é prioritário e comece a trabalhar em cima disso. Se sua vida está como um barco desgovernado; precisa retomar o leme. Talvez um psicólogo possa te ajudar a fazer isso. Mas se não puder ir a uma clínica comece por você mesma. Depressão precisa de tratamento; inclusive medicamentoso. Mas seu marido também precisa ajudar e se ajudar também, na medida em que se ele é dependente químico, está doente também. E dependendo do tipo de droga e do tempo que usa o comprometimento pode ser muito grave. Suas filhas precisam de você. Se ele não te valoriza, se dê o devido valor. Não há nada no seu caso que não possa ser resolvido ou amenizado. Basta estar disposta!
Faça por merecer!
Abraços!
Evander.
janeiro 5th, 2010 em 10:56 am
Boa noite Evander Gomes,tudo bem?
Esqueci de falar mas meu marido é usuário de cocaína,já tinha sido uma época antes de eu conhecê-lo,depois de um tempo quando já estavamos casados ele voltou a usar,e joga a culpa toda em mim,diz que por causa da minha depressão ele voltou a fazer novamente.
Sou filha única e não sei se por excesso de preocupação da parte de minha mãe ela vem em casa umas três ou quatro vezes por semana,e ela também fala muito dele na minha cabeça,então um fica espetando o outro e eu fico no meio dos dois sendo a mais afetada,pois são duas pessoas que eu gosto e não sei do lado de quem ficar.
Estou muito confusa,mas vou tentar fazer o que vc me orientou a fazer,só me sinto também muito debilitada por causa das dores da artrite,que são muito intensas,já passei com uma psicóloga e ela disse que a depressão e as doenças andam juntas e que eu teria que aprender a conviver com a artrite já que é uma doença que só tem tratamento mas não tem cura,então o meu maior desafio é aprender a conviver com essa nova situação da minha vida,e eu acho que se melhorar as dores que sinto terei mais ânimo para enfrentar as situações que surgirem em minha vida.
muito obrigada pela atenção Dr,Evander,até mais.
janeiro 6th, 2010 em 9:17 pm
Nossa tenho quase tds esses sintomas
abril 3rd, 2010 em 11:01 pm
Olá Evander!
Estava lendo alguns artigos na internet com relação a DEPRESSÃO, pois tenho sofrido com esta doença do século em minha casa.
Meu marido esta com depressão a alguns anos, procurei ajuda desde o começo, fazendo inclusive ECT, que não ajudou em nada, infelizmente. O médico trocou os remédios várias vezes, sem sucesso. Fez acompanhamento no HC, pelo nosso convênio e como não houve empatia com o médico psiquiatra, decidimos trocamos e hoje estamos com outro mais ou menos uns 4 anos com consulta mensal e mantemos consulta semanal com psicóloga
Ele foi afastado do serviço (economista) e posteriormente foi aposentado por invalidez à aproximadamente 6 anos, sendo que hoje ele tem 48 anos.
Sou curadora sua curadora. Vejo que muitas pessoas tratam o depressivo como se fossem loucos ou incapazes de coordenar a própria vida e pior ainda tirar algumas coisas que ainda da o mínimo de prazer, que no caso do meu marido é dirigir.
Gostaria de saber se mesmo tomando os remédios é viável dirigir. Meu marido é muito tranqüilo no trânsito, nunca bateu o carro, tem multa simples como dirigir em dia não permitido, mais por necessidade e não por desacato.
Como ele é curatelado acho que vão querer tirar a carta dele, pois como estou com processo contra a empresa que ele trabalhava e tive uma perícia médica nesta semana, senti que o médico que faz parte da empresa e o perito designado pelo juiz do trabalho, ficaram perguntando várias vezes se ele estava bom para dirigir e não estava bom para trabalhar.
Ele teve problema com chefia, onde o colocaram numa situação muito ruim em relação a função dele, isso afetou completamente a segurança, a alto estima, o poder de decisão, deixando-o muito triste, se sentindo muito incapaz, sendo uma pessoa fraca e sem ânimo para exercer qualquer função mesmos que seja mínima, inclusive com os cuidados com a pessoa dele o que me deixa muito chateada, mas hoje depois de muitos ano passei a entender que não é preguiça e sim DEPRESSÃO.
Mesmo não sendo médica psiquiatra, acho que tem coisas que a cabeça não fica afetada, “meu marido dirige muito bem até hoje”,mas como não estudei para ser uma psiquiatra ou psicóloga, prefiro pergunta e tirar minhas duvida com quem realmente entende do assunto.
Agradeço
maio 18th, 2010 em 7:38 am
Bom dia Maceso! Obrigado por sua presença em meu site. Agradeço também por seu depoimento que torna muito importante para os leitores das minhas páginas. Então…eu sempre tratei e trato de pacientes com depressão. Sempre procuro avaliar qual o nível de comprometimento desse paciente para desempenhar determinadas tarefas. Nunca ouvi dizer que o fato de não poder trabalhar automaticamente impede de dirigir. Não acho que uma coisa tenha a ver com a outra. Uma das principais coisas que procuro avaliar são as ideações suicidas. Até porque o veículo não deixa de ser uma arma na mão de um possível suicida. Já tive pacientes que relatavam que em determinados momentos tinham vontade de jogar o carro de uma ponte, se atirar debaixo de um caminhão etc. Mas isso geralmente é uma condição temporária. Na medida em que os sintomas vão desaparecendo e a pessoa volta a uma situação de “estabilidade” ela também retorna aos seus afazeres diários. Também não conheço caso em que o paciente tenha sido impedido judicialmente de dirigir. Acho que no seu caso é simples. Pode dizer que ele não dirige e pronto! Ou achas que eles vão colocar um detetive para investigar isso! É claro que não. Até porque se um dos prazeres dele é dirigir, porque não o fazer? De repente acompanhado de algum familiar, num lugar de menor movimento etc. Tem tantos loucos no trânsito sem terem sido interditados, não é verdade?
Abraços!
Evander.
maio 18th, 2010 em 11:39 am
EU JA TIVE DEPRESSAO POR FALTA DE AMOR NO CASAMENTO ,POR SENTIR MUITA TRISTEZA PELA MORTE DA MINHA TIA QUERIDA QUE ERA COM UMA MAE PARA MIM ,POR ANSIEDADE. EU NAO CONSEGUIA SENTIR PRAZER COM NADA QUE EU FAZIA E SENTIA CULPA PELOS PECADOS DO MUNDO ,PELO SOFRIMENTO DOS OUTROS ,ME SENTIA DEPRIMIDA POR ATE EXISTIR E FALTA DE POTENCIAL EU ACHAVA QUE NAO SABIA RESOLVER NADA TUDO QUE FAZIA ESTAVA INFERIOIR . FUI AO MEDICO EXPLIQUEI PARA ELE O QUE SENTIA ELE DISSE QUE ERA COMEÇO DE DEPRESSAO , ME PASSOU ANTI DEPRESSIVO MAS TOMEI POUCOS E JUREI QUE NAO TOMARIA MAIS ESSES REMEDIOS ENTAO TOMEI UMA DECISAO ,QUEM VAI ME CURAR É DEUS ,BUSCO A DEUS TODA HORA EM PENSAMENTOS , REZO MUITO SEMPRE GOSTO DE IR A IGREJA , EU TOMO ANTI DEPRESSIVO MAIS É NATURAL ERVA DE SAO JOAO ,PREFIRO OPTAR POR NATUREZA ,TUDO RELACIONADA A NATUREZA É MELHOR POIS FOI DEUS QUE DEIXOU NO MUNDO , GOSTARIA DE DIZER PARA TODOS NESSA SITUAÇAO E EM OUTRAS DIFERNTES , BUSCA PRIMEIRO A DEUS ,CLARO OS MEDICOS ,REMEDIOS FAZEM PARTE DE NOSSAS VIDAS ,MAS ENTREGUE PRIMEIRAMENTE O PROBLEMA NAS MAOS DE DEUS ELE SABE O QUE FAZ ,MAS FAÇA SEMPRE SUA PARTE .AGRADEÇO A DEUS POR TUDO, AGORA ESTOU MUITO BEM E DESEJO PARA TODOS O MELHOR FIQUEM COM DEUS!!!!!!!!!!!
maio 23rd, 2010 em 1:11 pm
Olá boa tarde, parabéns pelo seu trabalho.
Atualmente estou enfrentando um problema grave de depressão na familia.
Minha mãe tem depressão há muito tempo, é de tempos em tempos quase todos os anos ela tem uma recaída forte, e sempre perto do mês de agosto ou final de ano, já tentou o suicídio várias vezes, mas a uns 3 anos que não havia tentado.
Ano passado, repetiu-se a sina, porém sem a tentativa de suicídio, mas desta vez foi diferente, antes durava no máximo 3 meses, só que esta no oitavo mês, e nada de melhora, o agravante desta vez é o consumo excessivo de álcool e o abuso de drogas anti-depressivas. Recusa-se a alimentar-se, e praticamente desistiu de viver, perdeu cerca de 23kg em um mês. É bem complicado ver um ente querido se degradando desta forma, no futuro com certeza serei eu que deverei consultar o psicanalista.
A descreveria como manipuladora, ja estou ficando com “raiva” e ainda me seguro para não partir para agressão física o que prejudicaria ambos, e eu carregaria essa culpe pelo resto da vida, ela recusa-se a fazer o tratamento e alardeia que ninguem liga para ela, não quer ser tratada como criança mas comporta-se como uma.
Enfim, apesar de todos os nossos esforços, nada adianta, recusa-se a se alimentar, recusa-se a tudo, tentei faze-la procurar uma ajuda espiritual para tentar amenizar o processo, mas a recusa ainda é grande.
Pergunta:
“Diante da recusa, em se alimentar, posso de alguma forma interna-la mesmo contra sua vontade, ou a unica solução é esperar pela piora do quadro clinico, e prepara-se para o desfecho trágico”
julho 20th, 2010 em 1:09 pm
Bom dia Almir! O último parágrafo do seu relato responde exatamente o que eu ia dizer. Nesse casos mais graves em que o paciente não responde ao tratamento ambulatorial existe a necessidade de internação sim. Chamamos a isso, internação compulsória, isto é, sem o consentimento do paciente que não tem condições psicológicas e emocionais para decidir a esse respeito. Se na sua cidade existe CAPS você deve solicitar a presença dos profissonais desse serviço de saúde para que possam avaliar a situação e solicitar as medidas cabíveis. Se por acaso este programa de saúde não existir em sua cidade sugiro que solicite uma avaliação psiquiátrica e uma internação com urgência. Assim farão o tratamento adequado inclusive com alimentação parenteral. Sugiro que ela faça acompanhamento psicológico ininterruptamente. Quanto ao abuso de álcool e antidepressivos, a internação poderá servir para fazer a desintoxicação. Se o abuso de álcool for crônico é importante que ela ingresse num grupo de auto-ajuda como A.A.
Abraços!
Evander.
julho 21st, 2010 em 11:57 am
Boa tarde, tenho 25 anos..tive a primeira crise de depressão com uns 18 anos..emagraci muito…fui em vários médicos até parar no psiquiatra para me tratar. Tomei Pondera por uns 4 anos. Meu psiquiatra nunca era a favor de tira meu remédio até que um dia o convenci. fiquei mais de 1 ano super bem sem nenhum remédio. Após meu términdo da faculdade, depois de passar muito stress com meu TCC, acabei ficando ruim novamente. com anciedade, pânicos, sem fome e tudo mais. mudei de médico e comecei a tomar o anafranil. Em março deste ano fez um ano que estava tomando. Como estava muito bem, minha médica resolveu ir tirando o remédio aos poucos. Faz 1 mes que estava tomando um dia sim um dia não, e semana que vem faz 10 dias que estou sem tomar. Ando sentindo os efeitos colaterais com a retirada do remédio, dores de cabeça, formigações, mas segundo minha médica isso é normal. Mais ao mesmo tempo ando me sentindo pra baixo, com vontade de chorar sem motivos. Será que vou precisar tomar reédio a vida inteira? Será que isso ocorre no inicio da retirada do medicamento. Tenho médico semana que vem vamo ver o que ela vai me dizer.
julho 21st, 2010 em 3:28 pm
Bom dia Helena! A depressão é uma doença difícil de ser curada totalmente. Até porque tem um índice de recidiva de até 70% em pessoas que já tiveram algum episódio. Acredito que você possa estar fazendo sintomas de abstinência, apesar de não ser considerado uma droga que cause dependência. Durante todo esse período de tratamento você não fez psicoterapia? Até porque nesse momento de retirada gradual da medicação ela estaria servindo como suporte. Não concordo com tratamentos únicos e sim combinados. Creio que você deveria continuar a medicação e concomitantemente fazer tratamento psicológico que esclareça os motivos que a levam a depressão, bem como te dê suporte ao tentar parar com o antidepressivo! Pense nisso e converse com seu médico.
Abraços!
Evander.
julho 24th, 2010 em 1:42 pm