Barbitúricos

Publicado por gmcosta, em janeiro 28th, 2008

Os barbitúricos são medicações sedativos-hipnóticos e alguns deles também são usados como anticonvulsivantes. Estas drogas foram descobertas no começo do século XX e diz a história que o químico europeu que fez a síntese de uma delas pela primeira vez, grande descoberta que foi comemorada num bar. Lá se entusiasmou com a linda garçonete que se chamava Bárbara e sem titubear resolveu dar ao composto recém descoberto o nome de barbitúrico.

EFEITOS DOS BARBITÚRICOS NO CÉREBRO:

Eles são capazes de deprimir várias áreas do SNC; como conseqüência as pessoas podem ficar mais sonolentas, sentindo-se menos tensas com uma sensação de calma e de relaxamento. A capacidade de raciocínio e de concentração também ficam afetadas. Quem usa dessas medicações tem a atenção e suas faculdades psicomotoras prejudicadas; assim sendo, fica perigoso operar máquinas, dirigir automóveis etc.

EFEITOS TÓXICOS DOS BARBITÚRICOS:

São drogas perigosas porque a dose que começa a intoxicar as pessoas está próxima da que produz os efeitos terapêuticos desejáveis. Com essas doses tóxicas começam e começam a surgir sinais de incoordenação motora, um estado de inconsciência começa a tomar conta da pessoa, que passa a ter dificuldade para se movimentar, o sono fica muito pesado e por fim aparece um estado de coma. A pessoa não responde a nada, a pressão do sangue fica muito baixa e a respiração é tão lenta que pode parar e a morte ocorre por parada respiratória. Os efeitos ficam muito mais intensos se a pessoa ingere álcool ou outras drogas sedativas.

ASPECTOS GERAIS:

Os barbitúricos levam a um estado de dependência e com o tempo a dose tem que ser aumentada e há o desenvolvimento a de tolerância. Estes fenômenos se desenvolvem com maior rapidez quando doses altas são usadas desde o início. Quando a pessoa está dependente e deixa de tomá-los passa a ter a síndrome de abstinência. Esta vai desde insônia, irritação, agressividade, delírios, ansiedade, angústia até convulsões generalizadas. A síndrome de abstinência requer obrigatoriamente tratamento médico e hospitalização, pois existe o risco de morte.

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