Existe uma tendência dos pacientes que sofrem de TOC de não revelarem o problema, provavelmente por terem consciência da sua falta de sentido, ou por vergonha de mostrar que ritualizam situações cotidianas. Uma atitude excessivamente rigorosa relacionada a limpeza e lavagem, ou uma necessidade constante de manter objetos dispostos simetricamente ou sempre organizados de uma determinada maneira, o hábito de colecionar objetos inúteis de modo a prejudicar a utilização rotineira do espaço onde se vive, o hábito de contar ou verificar repetidamente aparelhos elétricos, gás, portas, são comportamentos freqüentemente encontrados em pacientes com TOC. É importante destacar que para serem considerados sintomas, os comportamentos devem ter freqüência e intensidade suficientes para causar algum prejuízo na rotina normal do indivíduo. Educar os pacientes com TOC e os familiares sobre a natureza dos sintomas é o tratamento fundamental. Estes ainda podem ser aconselhados a procurar terapias e grupos de apoio, onde possam discutir o impacto que a doença apresenta em suas vidas diárias.
BIBLIOGRAFIA
TOC CONSENSO-Texto elaborado pelo Projeto Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo-PROTOC do Instituto de Psiquiatria da FMUSP.
sou pai de um garoto (15) com toc há quase dois anos. Muitas vezes não sei como agir. Perco a paciência ao vê-lo totalmente travado sem conseguir fazer coisas simples como comer, tomar banho etc…
setembro 3rd, 2009 em 11:10 pm
Bom dia Neuberto! Quem convive com o paciente de TOC também sofre muito por vê-lo preso a rituais repetitivos, sem função real e perdendo um longo tempo com isso. Seu filho é novo. Merece tratamento adequado. A psicoterapia comportamental cognitiva é bem indicada para esses casos, principalmente pelo fato de ele ser bem jovem. É certo que se recuparará bem, e se necessário for pode fazer uso de alguma medicação antidepressiva em doses baixas que não comprometam o seu desenvolvimento nem muito menos as suas atividades escolares. Perder a paciência não resolve o problema, ao contrário, deixa o paciente mais ansioso e propenso a repetir mais vezes o mesmo comportamento. Muitas vezes a família como um todo necessita também de auxílio terapêutico!
Abraços! Boa Sorte!
Evander.
setembro 5th, 2009 em 12:19 pm
Tenho um filho que aos 9 anos começou apresentar transtorno obsessivo compulsivo. Fui à vários psquiatras e não obtive resultados. Após muita insistência e pesquisas encontrei um verdadeiro profissional que o receitou anafranil e risperidon, assim melhorANDO SEU QUADRO , QUE NO MOMENTO ESTÁ INSTÁVEL. DEIXO minha indignação há alguns profissionais (psquiatras) que deixaram o fator dinheiro está em primeiro lugar e sendo mal profissionais, que com certeza receitaram até remédios não indicados para tal problema.
janeiro 9th, 2010 em 4:43 pm
Boa tarde Suely! Fica registrado sua opinião, mas acho que cabe acrescentar que a psicoterapia infantil pode dar bons resultados aliada a um tratamento medicamentoso. Medicamentos são necessários, mas nunca substituirão os efeitos de uma psicoterapia! Pense nisso!
Abraços!
Evander.
janeiro 11th, 2010 em 6:25 pm
Tenho uma filha com 25 anos que esta em nível avançado de TOC, gostaria de obter ajuda de quem ja passou por isso; um médico especealista no caso, pois ela ja passou por vários profissionais que parecem não ter o conhecimento certo dessa doença. Acredito também que a família tenha que ser amparada, para saber como lidar com a paciente.
Agradeço a quem puder me ajudar
Rosely
fevereiro 5th, 2010 em 2:03 pm
Boa Tarde Rosely. Seu pedido já está publicado. Seria interessante você dizer aonde mora para assim os usuários do site possam dar dicas mais precisas. Como profissional posso dizer-te que em primeiro lugar é necessário um diagnóstico correto. Depois a busca de tratamentos que amenizem os sintomas. Medicamentos, psicoterapia individual e familiar podem dar bons resultados!
Abraços!
Evander.
fevereiro 5th, 2010 em 5:56 pm
Olaa tenho 14 anos desde os 4 ou 5 tenho TOC motor .!
Fico Piscando o tmepo todo e não consigo parar !
Sexta passada minha mae me levou a um psiquiatra e ele me recomendo tratamento no psicologo mais vai demora mt gostaria de saber se eu posso fazer auguma coisa que resolva meu poblema rapidao sem tem que ir todo sabado do psicologo ficar comversando ?
fevereiro 11th, 2010 em 4:25 pm
Boa Noite Maikon! Na sua idade o tratamento psicológico ainda é o mais indicado. Até existem algumas medicações que podem ser usadas, mas normalmente os médicos procuram ser cautelosos no uso dessas medicações em crianças e adolescentes por ainda estarem em desenvolvimento físico e mental. A terapia psicológica pode surtir efeito rápido se você for assíduo e demonstrar-se aberto ao tratamento. Nesse caso se não houver remissão dos sintomas o médico poderá ser consultado novamente para fazer uma reavaliação do quadro. Esse tratamento é o mais indicado pra você. Siga as orientações.
Abraços!
Evander.
fevereiro 12th, 2010 em 10:46 pm
Boa Noite Evander!
Acredito que tenho TOC. Tenho algumas manias mas o que mais me incomoda são pensamentos agressivos contra a minha família e meus entes queridos, pensamentos violentos…e as vezes eu me assusto com as coisas que aparecem em minha mente sem eu querer que apareçam….do mesmo jeito que aparece, acab sumindo de uma hora para outra. Tenho medo de um dia ficar louco, perder a cabeça, acabar fazendo o que esta em minha mente….isso me assusta demais!!! Amo minha família, meus pais, então porque tudo isso? De onde essas coisas horríveis apareceram? Isso tem cura? Por favor me ajude!! Abraços!
abril 17th, 2010 em 12:24 am
Bom dia Saulo! Olha, assim com poucos dados e sem uma avaliação prévia é muito difícil fazer um diagnóstico e muito complicado arriscar algo que depois possa não ser. Mas uma coisa existe de importante no que você relata. A dificuldade que tens para poder lidar com isso. O quanto esses pensamentos estão te incomodando! Esse fator já é de suma importância para que procures um profissional habilitado a atendê-lo e a partir daí estar fazendo um diagnóstico e os encaminhamentos que forem necessários. Acredito que podes começar com um psicólogo. Se não, um psiquiatra. Uso de alguma medicação também não está descartada! Procure auxílio evitando que os sintomas aumentem!
Abraços!
Evander.
abril 17th, 2010 em 12:43 pm